E sabe quando você sente falta de alguém que se foi? Você lembra de tudo de mais lindo e maravilhoso, dos momentos que sorriram e eram felizes? E ai você nota que precisava dizer mil coisas que acabaram não sendo ditas? Pois bem, dá uma dor lá dentro, um sentimento de perda que habita insistentemente.
Bom, hoje me peguei lembrando de alguém que não está mais aqui ao lado. Talvez ela nunca esteve realmente aqui do lado, talvez ela já tenha seguido muito antes de eu mesma notar. E dai ela foi, caminhou pra longe, e com o tempo cada vez mais longe ficará. Não sei se queria que as coisas tomassem o rumo que estão tomando, mas acho que nada é em vão. E ainda que esse desconforto persista acho que está tudo muito mais tranquilo aqui dentro. Eu já consigo ver um mundo além de tudo isso, consigo ver pessoas, e outros olhares, consigo ver gente assim como eu. Que talvez até mais parecida com o meu "mundo".
Depois de tanto você falar que éramos de "mundos" diferentes, que você acabou se distanciando mais ainda da minha galáxia. E você se encontra em órbita de um outro "mundo". Mas sabe, sempre terá um espacinho carinhoso aqui te esperando, mesmo que você não queira ele mais. E outros mundos virão, uns mais parecidos, outros não... mas é assim fica sempre mudando de lugar as coisas. Mas algumas permanecem como sempre, tipo o meu carinho por você.
Que sejas feliz coração, que sejas eterno, e que ame outros mundos, viva outras galáxias e nessa ciranda de mundos, quem sabe um dia os nossos não se esbarram por aí?
terça-feira, 6 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Sabe quando tu precisas ser um bem maior a ti mesmo? Quando queres dizer que és mais forte do que seus próprios sentimentos? Quando se escondes dentro de tudo aquilo que não se deveria esconder? Pois bem, se esconder, talvez neste momento seja o que eu mais necessite fazer. Não quero dizer fugir da realidade e esconder dos problemas. Mas existem certas coisas que nos deixam com medo.
Talvez, eu quisesse sumir, mas sumir pra longe... pra perto de você. Mas aí vem a realidade,me obrigando a acordar e ver que nada é como a gente queria que fosse. E aí você tenta de alguma forma fazer com que isso se torne real, mas ai você acaba se vendo sem ter o que fazer. Ou por pior que seja, aceitar a ideia de que a "guerra" está vencida. Mas, eu deva admitir que não queria terminar assim.
Queria tanto ter aproveitado, todos os sorrisos seus, roubá-los e guardá-los comigo; queria ter ficado ao seu lado cada segundo do seu dia; queria guardar comigo cada palavra sua; queria ter sido mais forte e feito algo antes. Culpar? Já me culpei demais, já me redimi de tudo e quis concertar, mas agora já é tarde. Agora a vida segue. É como um ciclo, só que esse vai dar uma volta e vai acabar.
Aquele momento que você nunca quer que chegue está cada vez mais próximo. E ao invés de eu ficar feliz com isso e contar as horas pro tão esperado momento, estou aqui, querendo que as horas se arrastem. Que o tempo não passe e que a agonia não me mate. Desejo que sejas leve "óh tempo!", que não corras. Meus medos que já se afloram só de pensar em ter que ver tudo escorrer entre meus dedos. E perceber que a cada segundo é um instante perdido pra recuperar tudo.
Agora é esperar chegar, e deixar o tempo correr na velocidade que for. É preparar tudo aqui dentro pra não desmoronar antes da hora. É preparar-se de todo mal, é deixar que a calma invada e faça morada. Que fique em paz... Tudo em paz. E que a vida siga, que a minha e a sua... Que seja feliz e terno. Eterno.
Que dure, o tempo que for, que seja como for. Que faça valer a pena, que toque a nossa música. Que role olhares, sorrisos perdidos pelo tempo. Que tenha muitas lembranças boas. Que caia lágrimas de alegria. Que as bochechas fiquem rosas de timidez. Que a conversa flua. Que tudo se ajeite. Que a gente se ajeite. Que tudo siga, e a gente também. Que sejamos felizes sempre com quem quer que seja, mas que seja.
Talvez, eu quisesse sumir, mas sumir pra longe... pra perto de você. Mas aí vem a realidade,me obrigando a acordar e ver que nada é como a gente queria que fosse. E aí você tenta de alguma forma fazer com que isso se torne real, mas ai você acaba se vendo sem ter o que fazer. Ou por pior que seja, aceitar a ideia de que a "guerra" está vencida. Mas, eu deva admitir que não queria terminar assim.
Queria tanto ter aproveitado, todos os sorrisos seus, roubá-los e guardá-los comigo; queria ter ficado ao seu lado cada segundo do seu dia; queria guardar comigo cada palavra sua; queria ter sido mais forte e feito algo antes. Culpar? Já me culpei demais, já me redimi de tudo e quis concertar, mas agora já é tarde. Agora a vida segue. É como um ciclo, só que esse vai dar uma volta e vai acabar.
Aquele momento que você nunca quer que chegue está cada vez mais próximo. E ao invés de eu ficar feliz com isso e contar as horas pro tão esperado momento, estou aqui, querendo que as horas se arrastem. Que o tempo não passe e que a agonia não me mate. Desejo que sejas leve "óh tempo!", que não corras. Meus medos que já se afloram só de pensar em ter que ver tudo escorrer entre meus dedos. E perceber que a cada segundo é um instante perdido pra recuperar tudo.
Agora é esperar chegar, e deixar o tempo correr na velocidade que for. É preparar tudo aqui dentro pra não desmoronar antes da hora. É preparar-se de todo mal, é deixar que a calma invada e faça morada. Que fique em paz... Tudo em paz. E que a vida siga, que a minha e a sua... Que seja feliz e terno. Eterno.
Que dure, o tempo que for, que seja como for. Que faça valer a pena, que toque a nossa música. Que role olhares, sorrisos perdidos pelo tempo. Que tenha muitas lembranças boas. Que caia lágrimas de alegria. Que as bochechas fiquem rosas de timidez. Que a conversa flua. Que tudo se ajeite. Que a gente se ajeite. Que tudo siga, e a gente também. Que sejamos felizes sempre com quem quer que seja, mas que seja.
domingo, 21 de outubro de 2012
"Na estrada o farol de quem se foi. Já não ilumina quando te beijar. Parece que a vida inteira esperei para te mostrar. Que na rua dia desses me perdi. Esqueci completamente de vencer. Mas o vento lá da areia trouxe infinita paz" (Nosso pequeno castelo- O Teatro Mágico)
Talvez eu esteja me perdendo em tantos sentimentos. Talvez eu precise cultivar mais as coisas boas. Largar o baixo astral, o mal humor e ódio que ultimamente têm sido presentes em minha vida. Não que eu esteja sendo mal educada com os outros, aliás tenho escondido tudo, tão bem direitinho. Alguns até descobrem, mas quase ninguém percebe que o sorriso no meu rosto nem sempre é verdadeiro.
Suponho que precise fazer uma faxina. Sim, uma URGENTE faxina aqui dentro, daquelas que você levanta tudo e joga bastante água que é pra levar tudo que é sujeira. Passar um paninho básico em tudo que é cantinho, esfregar, esfregar, esfregar... até que tudo fique tinindo. Daquelas que você olha e vê tudo brilhando?! Sabe como é?? Bom, eu não sei. Porque por muitas vezes eu tentei, achei que estava fazendo e quando vi tinha um monte de coisa pra trás que ficou... E eu me perguntei por muitas vezes porque não foi? Era pra ter ido junto com tudo aquilo! Era pra ter ido pra sempre, era pra ter ficado limpinho. Até que percebi que elas não iriam. Eram "sujeirinhas" que ficam manchadas pra sempre. E aí a gente se acostuma e se acomoda com aquilo. Você olha, vê que não tá certo, mas daí você se apega, deixa como está, ou se adia pra não ter que gastar horas, dias, meses ou talvez anos pra removê-la completamente. Talvez seja mais cômodo deixar como está, gasta menos esforço.
E nesse momento me sinto assim, acomodada com tudo. Com os meus afazeres, meus direitos e meus sentimentos. Me sinto quase que mecânica. Sorrio pra quem sorri pra mim, faço o que me mandarem, se tiver que ser legal eu sou e nem questiono nada. Ultimamente devo ser uma pessoa "fácil" de lidar. Já que pra mim as coisas não têm importado muito, abaixo a cabeça e faço o que querem que eu faça, amo quem me ama sem cultivar pra não perder, converso com as mesmas pessoas, e já faz um tempo que meus amigos continuam os mesmos, não mudou nadinha de um ano pra cá.
Mas, depois de tantas noites pensando nisso, de todas as vezes que ouvia minhas músicas preferidas, que descobri que nem tão preferidas eram assim. O comodismo se juntou com o modismo e percebi que naquele momento eu estava sendo uma coisa que eu não era, estava ouvindo palavras sem sentido, estava sendo o que os outros queriam que eu fosse. E aí ??? Continuei assim esperando que as coisas se ajeitem e que meu dia seja a mesma rotina de sempre, que minha vida seja assim, quase que automática, fazendo as mesmas coisas de sempre. Porque assim não cansa, não machuca e não magoa.
Bom, mas como todo mundo chega nessa época e começa a fazer "plano verão" eu resolvi fazer "plano futuro". Prometi que vou fazer tudo diferente. Vou cultivar as amizades que eu já tenho, e semear mais, pra colher mais amizades; vou ouvir o que eu quero e o que faz sentido pra mim e não pros outros; vou amar quem eu quero e quem me ama, é claro; vou sorrir pra quem me der vontade, mesmo que não sorria pra mim; vou chorar quando eu quiser, porque se eu chorar ninguém vai poder fazer nada pra reverter só eu mesma; vou falar só um pouco mais sobre o que se passa; vou acertar as arestas que ficaram pendidas e principalmente; vou limpar tudo que é mancha, sujeira, mofo, cupim... qualquer coisa que esteja errado.
Enfim, é lindo no papel, difícil é cumprir com todas essas exigências minhas. Mas como eu disse é algo futuro. E começando hoje vou sorrir mais, mas não sorrir por sorrir, sorrir com vontade de ser feliz.
Suponho que precise fazer uma faxina. Sim, uma URGENTE faxina aqui dentro, daquelas que você levanta tudo e joga bastante água que é pra levar tudo que é sujeira. Passar um paninho básico em tudo que é cantinho, esfregar, esfregar, esfregar... até que tudo fique tinindo. Daquelas que você olha e vê tudo brilhando?! Sabe como é?? Bom, eu não sei. Porque por muitas vezes eu tentei, achei que estava fazendo e quando vi tinha um monte de coisa pra trás que ficou... E eu me perguntei por muitas vezes porque não foi? Era pra ter ido junto com tudo aquilo! Era pra ter ido pra sempre, era pra ter ficado limpinho. Até que percebi que elas não iriam. Eram "sujeirinhas" que ficam manchadas pra sempre. E aí a gente se acostuma e se acomoda com aquilo. Você olha, vê que não tá certo, mas daí você se apega, deixa como está, ou se adia pra não ter que gastar horas, dias, meses ou talvez anos pra removê-la completamente. Talvez seja mais cômodo deixar como está, gasta menos esforço.
E nesse momento me sinto assim, acomodada com tudo. Com os meus afazeres, meus direitos e meus sentimentos. Me sinto quase que mecânica. Sorrio pra quem sorri pra mim, faço o que me mandarem, se tiver que ser legal eu sou e nem questiono nada. Ultimamente devo ser uma pessoa "fácil" de lidar. Já que pra mim as coisas não têm importado muito, abaixo a cabeça e faço o que querem que eu faça, amo quem me ama sem cultivar pra não perder, converso com as mesmas pessoas, e já faz um tempo que meus amigos continuam os mesmos, não mudou nadinha de um ano pra cá.
Mas, depois de tantas noites pensando nisso, de todas as vezes que ouvia minhas músicas preferidas, que descobri que nem tão preferidas eram assim. O comodismo se juntou com o modismo e percebi que naquele momento eu estava sendo uma coisa que eu não era, estava ouvindo palavras sem sentido, estava sendo o que os outros queriam que eu fosse. E aí ??? Continuei assim esperando que as coisas se ajeitem e que meu dia seja a mesma rotina de sempre, que minha vida seja assim, quase que automática, fazendo as mesmas coisas de sempre. Porque assim não cansa, não machuca e não magoa.
Bom, mas como todo mundo chega nessa época e começa a fazer "plano verão" eu resolvi fazer "plano futuro". Prometi que vou fazer tudo diferente. Vou cultivar as amizades que eu já tenho, e semear mais, pra colher mais amizades; vou ouvir o que eu quero e o que faz sentido pra mim e não pros outros; vou amar quem eu quero e quem me ama, é claro; vou sorrir pra quem me der vontade, mesmo que não sorria pra mim; vou chorar quando eu quiser, porque se eu chorar ninguém vai poder fazer nada pra reverter só eu mesma; vou falar só um pouco mais sobre o que se passa; vou acertar as arestas que ficaram pendidas e principalmente; vou limpar tudo que é mancha, sujeira, mofo, cupim... qualquer coisa que esteja errado.
Enfim, é lindo no papel, difícil é cumprir com todas essas exigências minhas. Mas como eu disse é algo futuro. E começando hoje vou sorrir mais, mas não sorrir por sorrir, sorrir com vontade de ser feliz.
Como primeira postagem, achei que seria interessante explicar o porquê do nome "Raros Devaneios". Bom, complicado explicar algo que pra mim é um pouco óbvio demais. Mas, ultimamente tenho me apegado muito ao som de uma certa trupe circense que toca música boa e canta poemas. Pra quem ainda não conseguiu entender estou falando de O Teatro Mágico. E eles têm se tornado peças principais na minha vida, a música tem embalado meu dia, como "Ana e o mar", "Folia no meu quarto", "O anjo mais velho"... entre tantas outras que pra mim são poesias cantadas que me encantam. Enfim, eu quero chegar no RAROS, "entrada para raros" é o nome de um dos CDs do OTM (assim conhecido pelos mais chegados, rs). E nada mais inspirador que "raros somos todos nós!".
Lembrando que não é um blog dedicado à um FÃ CLUBE da banda, mas que é neste momento e em outros tantos minha maior inspiração. Nada contra os fãs clubes, só que este é um blog dedicado à meus "devaneios!", sendo assim OTM será muito presente aqui.
Já a parte dos DEVANEIOS, essa é a minha parte não menos importante e preferida por mim. É a parte que explica o meu verdadeiro estado de espírito, meu verdadeiro "eu". Onde eu vou poder viajar em meus pensamentos que aqui estarão escritos, divagar sobre meus problemas, medos, inseguranças... enfim, tudo aquilo que me sentir pronta pra discutir.
Bom, como primeira postagem, acho que foi. Pretendo não ser sucinta nas próximas, mas acho que é isso.
Felicidade
"Disse o mais tolo: "Felicidade não existe".
O intelectual: "Não no sentido lato".
O empresário: "Desde que haja lucro".
O operário: "Sem emprego, nem pensar".
O cientista: "Ainda será descoberta".
O místico: "Está escrito nas estrelas".
O político: "Poder".
A igreja: "Sem tristeza, impossível. Amém".
O poeta riu de todos, e, por alguns minutos, foi feliz.."
(Fernando Anitelli)
Conversas de bar, nem sempre dão certo... ou dão. Em meio
à loucuras e conversas, surgiu o assunto sobre a criação deste blog. Ele não é
o primeiro, e talvez não será o ultimo nessa minha vida. Mas confesso que Mari
foi uma das peças principais pra isso existir. Depois de me ver envolvida com o
momento, e os assuntos, senti a necessidade de expressar certas coisas, de
dividir certos assuntos, talvez enterrados por mim mesma.
Quero deixar bem claro que não sou escritora, mas sou
amante das palavras...
Neste momento crio mil expectativas pro blog, esperando que realmente todos leiam e gostem, e tenha mil visualizações... ok! Podemos diminuir com os devaneios agora garota?! Pode ser?!
Vou esperar, honestamente, pra que pelo menos o sentido
para que tal foi criado seja atingido, e os frutos? Serão colhidos de acordo
com o que for semeado.
E a gente vai construindo dia-a-dia coisas novas,
experiências e sempre com uma pitada de ironia, sarcasmo, realidade pura e muito
bom humor.
Espero que apreciem sem moderação!
Espero que apreciem sem moderação!
Porque Raros somos todos nós!
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